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Crónicas

Era uma vez… No olhar do meu avô era sempre Natal – Por Rosa Fonseca

O meu avô não usava chapéu e também não andava muito devagar. Usava óculos!O meu avô trazia com ele os dias soltos, baralhava-os na...

Sob o Olhar da Estrela Polar – Por Rosa Maria Aranha

Sob o olhar da Estrela Polar...Promessas feitas um ao outro...O amor acontece sem bater à porta...Os sentimentos germinam, brotam, crescem, ramificam e florescem ascendentemente...

A história real do meu amigo “alemão” ou a tranquilidade em turbulência financeira! – Por João Rodrigues

Caro leitor, se habitualmente lê as minhas crónicas, sabe que escrevo sobre temas relacionados com a educação financeira, que tão maltratada tem sido em...

Um Olhar – Por Rosa Fonseca

Um olhar – O meu olhar, certamente, será o de tantos outros; um olhar de indignação e apreensão sobre o presente e o futuro,...

Abraão Januário Bandeirinha: Histórias, música e resiliência – Por Mª do Céu Monteiro Cardoso de Moura

Abraão Januário Bandeirinha (12.04.1941) Comerciante ligado à indústria hoteleira Estamos perante uma pessoa que sempre tentou e tenta colocar alegria na vida. Abraão é um excelente...

Estaremos a poupar, para ficarmos cada vez mais pobres? – Por João Rodrigues

A mudança da estrutura etária sobre a qual tenho escrito nestas minhas crónicas, com uma crescente população mais idosa, para além de muitas outras...

Às vezes só precisamos que nos abracem por dentro – Por Rosa Fonseca

Outubro rosa, o mês em que mais se fala de cancro na mama e se promovem atividades e debates. E neste âmbito, fui convidada...

Angeiras: histórias e tradições entre a terra e o mar – Por Maria João Coelho

Numa manhã de outono amena, ainda com sabor a Verão e, numa tentativa forçada de despedida das sardinhas desta época com alguns amigos, alcançámos...

“Apaixonamo-nos repetidamente pelas pessoas erradas” – Por Rosa Fonseca

“Apaixonamo-nos repetidamente pelas pessoas erradas”, uma manifestação que nos remete sem qualquer hesitação, para a desventura. Na nossa cabeça, passam filmes a preto e...

“Quem quer quentes e boas, quentinhas?” – Por Rosa Fonseca

Ao vendedor de castanhas da nossa infância Na minha imaginação de criança, o homem das castanhas vinha de terras longínquas, agrestes e pobres. Atravessava...
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