No dia 28 de agosto de 2023, nascia O Cidadão.
Dois anos a trilhar o caminho da informação. Sem medos, sem vassalagens. De cabeça levantada e orgulho em sermos livres e independentes. E, essencialmente, de promover a Cidadania, dando oportunidade a todos para opinar.
Se tem sido um caminho difícil? Sim. Muito! Mas hoje não é dia de lamentos, é de festejos. De enviar, em nome de O Cidadão, um abraço forte, de agradecimento, aos nossos leitores, colaboradores e anunciantes. A todos os que, de alguma forma, nos ajudam a continuar viagem. Estão de parabéns. Porque este jornal é de todos os cidadãos que queiram participar na sua vida. Todos!
E como comemoramos o segundo aniversário, vou confidenciar-vos o que há alguns dias um repórter nosso ouviu num evento que cobria. Diziam alguns jornalistas e colaboradores de imprensa que hoje é muito fácil fundar jornais. Que bastavam mil euros para abrir um jornal, razão pela qual havia tantos no mercado.
Bom, se calhar é assim. Na parte que nos toca, discordamos, mas “dando de barato” a questão financeira (cada um sabe da sua vida!) e acreditando que há tantos títulos, falta o essencial – Jornalismo!
Pois é, muitos jornais e pouco jornalismo. É triste o que vemos, principalmente nas televisões, constante transgressão ao Código Deontológico. Alguns dirão, a “ERC que resolva”. Mas o problema não é esse. É a confusão que causa nos espetadores. Se confundem o que é notícia, com opinião, comentário, especulação e publicidade, a culpa é de alguns “encartados” que, nas TV’s, desrespeitam, todos os dias, a profissão e as pessoas que assistem às emissões.
Que há muitas páginas a que chamam jornais? Provavelmente. Sem jornalistas e sem jornalismo. E com dúbio conteúdo. Nas redes sociais, abundam…
O Cidadão, com todas as limitações que tem, por ser, realmente, independente, compromete-se a não alimentar o ódio, a conspiração e a desinformação. E jornais “desses” sim, há muitos por aí. Demasiados até.
A todos os que ainda lutam por um jornalismo sério, o nosso abraço.
Dois anos de O Cidadão a caminhar ao seu lado, estimado leitor. Sem amarras, sem amos. E assim vamos continuar. Continue connosco
Parabéns!
Jornalista







