Nós, na ABS, tratamos a I(h)A por tu… – Por Amaro F. Correia

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I(h)A = Inteligência (Humana) Artificial! Insisto no tema que é atual, mas do meu ponto de vista nada preocupante… adaptável, motivador e desafiante.

Procedimentos adaptados e coerência nas metodologias. Sou desafiado, como docente, na Atlântico Business School a ser criativo, pró-ativo, motivador na complementaridade que a IA faz ao meu trabalho com os alunos, inovando, sendo crítico de forma a participarem no modelo pedagógico do Ensino à Distancia (SAI) mas também no Presencial, criando formas de aproximação aos alunos(as).

É um trabalho enorme, desafiador, inovador e empreendedor para os professores. Sou o que os alunos(as) quiserem que eu seja, como professor. Mas, numa escola de gestão, adaptada a “Bolonha” com a prática como foco, a IA tem de fazer parte das nossas vidas todos os dias, não alienando a capacidade de nós, humanos, deixarmos de promover o espírito crítico, a Inteligência Emocional (IE) e as Relações Humanas como fator preponderante, nesta Trilogia.

Somos o que continuamos a Ser, mantendo o perfil que nos distingue. Criamos as máquinas, de forma a promover maior qualidade de vida das Sociedades. Vamos, então, definir estratégias temporais (como um plano de marketing) para tornar a docência, ainda, mais atrativa. Factos: todos sabemos que a Inteligência Artificial é eficiente, em tarefas como a automação (matriculas, serviços administrativos, correção de testes de escolha múltipla e tudo que envolva repetição de procedimentos entre outros; Analisar dados, como prever as dificuldades dos alunos, identificar com mais precisão padrões de aprendizagem; Os conteúdos são mais facilitados e os acessos a novos conteúdos – muitas vezes em grande quantidade) com a criação de materiais didáticos; Outra das vertentes é a personalização, em escala, ou seja, adaptar o ritmo do fornecimento de material para grande numero de alunos, com base em algoritmos.

Estamos entendidos, hoje, onde a IA pode ser importante. Divido a análise em variáveis (tal e qual o marketing) como a inteligência emocional, a criatividade, a flexibilidade entre outros. Deixo algumas questões que permitam analisar, facilmente, as diferenças, porque quanto a nós, com a “pele” de humanos, docentes, continuamos insubstituíveis, imbatíveis em variáveis como a empatia e a compreensão: quem entende melhor as emoções dos alunos, as suas ambições, as suas frustrações e os seus sucessos? Quem motiva e inspira, com paixão pelo conhecimento, pela crítica, pelo despertar a pela curiosidade genuína? Na resolução de conflitos… mediar questões de caracter, ética e moral, disciplinares e desentendimentos, quem consegue estar à frente? A IA nunca conseguiria na minha escola, construir uma comunidade, ou seja, promover a criação de um ambiente de sala on-line e/ou presencial tão acolhedor e colaborativo.

Os tutores, os mentores, os coordenadores que aconselham, estão presentes (24/24 horas) para orientar de forma personalizada a vida, a carreira e mesmo, muitas vezes em fases de doenças agudas de alunos. Outra das variáveis é o pensamento critico, onde tenho “jogado as fichas todas, em aula” e a criatividade utilizando a vertente da valorização de casos práticos.

É motivador para o docente envolver, desenvolver e/ou adaptar novas metodologias de ensino, ou mesmo, adaptar os alunos, a situações inesperadas. Quanto ao pensamento crítico uso as apresentações orais, com questões complexas, de forma a promover um pensamento mais profundo e original por parte dos alunos(as).

Uma das grandes vantagens da minha escola é a contextualização prática e se quiserem a curadoria. Promovemos, intensamente, a ligação ao mundo real das empresas com a experiência dos alunos através de vistas, participação em feiras, conversas com Ceo, etc, etc.

Nas aulas a maioria das vezes são confrontados com debates e diálogo (socrático) onde deixo em aberto discussões sem respostas “certas”. Por fim, a flexibilidade e adaptação ao tempo real: temos a única ferramenta em Portugal que promove esta variável: EaD (SAI) conjugando, na perfeição, a flexibilidade a o ajustamento em temo real.

Qualquer dos nossos alunos vive, diariamente, com esta exigência. Outra das variáveis interessantes é a imprevisibilidade de uma sala de aula, ou seja, a obrigação através consulta à FUC; MA e da FP (todos documentos disponíveis aos alunos). Exigimos com determinação que alunos se adaptem ao plano de aula, no momento com base nas reações e necessidades dos alunos.

Abordar questões sociais e éticas emergentes que a IA pode, não é programada entender. Resumindo, “fugir” da IA é errado, não significa ignorá-la, mas sim reafirmar valores intrínsecos que torna a experiência de aprendizagem humana e transformadora.

Aconselho rodos os docentes a concentrar-se na IA e no que pode acrescentar: inspirar, empatizar, mediar, inovar e construir relações genuínas. Boas Férias e humanizem o mais possível a utilização da IA.

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