Inteligência Artificial na docência é um bicho papão?

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Quem tem medo da InteliGência Artificial (IA) compra um cão.

A Inteligência Artificial veio para ficar e todos nós, sem exceção, temos de nos adaptar e este novo mundo criando incentivos e metodologias cada vez mais humanizadas, para controlar o conhecimento dos alunos(as). Sim, é disso que se trata e nada mais. Não sou dos que “destrata” os alunos deste seculo só porque têm mais ferramentas do que tive há 40 anos. Não sou dos que maltrata os alunos deste seculo, só porque podem ter mais e melhores formas de conhecimento, do que há 40 anos. Esta é uma geração diferente, mas uma geração que pode ser muito melhor do que as últimas 3 gerações. Porquê? Acontece conhecimento de forma mais intensiva e com mais lucidez. Basta para isso que queiram aproveitar as oportunidades.

A vida numa empresa foi sempre isso mesmo: aproveitar oportunidades, evitando ameaças. A IA não é uma inovação estes anos…a IA é uma ajuda há alguns anos, de forma diferenciada. Fui curioso e perguntei à IA o que achava sobre a relação com o docente, e respondeu: “A relação entre a docência e a Inteligência Artificial não é sobre a substituição do professor, mas sobre a metamorfose da profissão. O futuro aponta para um cenário onde o docente deixa de ser o “detentor do saber” para se tornar um arquiteto de experiências de aprendizagem. Aqui está uma visão do que nos espera: 1. O Professor como Designer de Percursos: Com a IA lidando com a entrega de conteúdo básico, o papel do professor foca na curadoria e na estratégia. Hiperpersonalização: A IA identifica as lacunas individuais de cada aluno (ex: dificuldade em frações), e o professor intervém no momento exato com a abordagem pedagógica certa. Mentoria Humana: O foco muda para as competências que a IA não possui: empatia, ética, pensamento crítico e colaboração socio emocional. 2. A Automação do “Trabalho Invisível” – Uma das maiores promessas é a devolução do tempo ao docente. Avaliação Assistida: Correção automática de tarefas objetivas e análise de padrões em redações, permitindo que o professor foque no feedback qualitativo. Gestão de Aula: Criação instantânea de planos de aula, apresentações e materiais adaptados ao nível da turma. 3. Desafios e Mudanças de Paradigma. Nem tudo são facilidades; a profissão enfrentará pressões significativas: A Crise da Avaliação Tradicional: Se a IA pode escrever um ensaio em segundos, o modelo de “dever de casa” atual morre. O futuro exige avaliações presenciais, debates e projetos práticos. Alfabetização de Dados: O professor precisará entender como interpretar os relatórios gerados pela IA para tomar decisões pedagógicas baseadas em evidências. O que muda na prática? Antes da IA: Transmissão passiva de informação; Horas gastas em burocracia e correção; Avaliação padronizada (“tamanho único”); Conhecimento estático do livro didático. Com a IA (O Futuro): Facilitação e mentoria ativa; Caminhos de aprendizagem adaptativos – Foco total na interação com o aluno; Conteúdo dinâmico e atualizado em tempo real. O veredito: A IA será o “copiloto” mais poderoso da história da educação. O professor que sobrevive e prospera é aquele que usa a tecnologia para ser mais humano, não menos. Gostaria que eu elaborasse um exemplo prático de como um professor de uma disciplina específica (como História ou Matemática) pode usar a IA em sala de aula hoje?”

O Gemini não me disse mais, porque não perguntei e nem acrescentou proposta de valor. Dito isto, o que fazemos e potenciamos na nossa Escola Superior é o caminho que a IA nos obriga, o que nos torna inovadores e atualizados, antes mesmo da IA estar a assustar muito boa gente. Para nós, docentes na Atlântico Business School (ABS), não é um bicho papão.

Debates, trabalhos intercalares, fóruns, trabalhos finais e power points, além de conhecermos o perfil do aluno(a) com uma forte componente comunicacional, torna tudo mais fácil. Um conselho, não se assustem porque o caminho faz-se caminhando, mas necessitam de repensar toda a estratégia de aula e a sua metodologia. Nós, na Atlântico Business School, estamos a trabalhar em modelos alternativos, fugindo à padronização, promovendo a inclusão através de modelos adaptativos e colaborativos. Sempre à frente, como escola de gestão, priorizamos a prática e os conteúdos dinâmicos, fundamentado na fundação da escola com o método ABP “(Método de Ensino utlizado na UC é o método PBL (Problem Based Learning) ou Método ABP (Aprendizagem Baseada em Problemas). Este método teve origem na Faculdade de Medicina da Universidade de MC Master, no Canadá, em meados da década de sessenta. O método foi posteriormente adotado por escolas de medicina das Universidades de Maastricht, Newcastle e New México, situadas respetivamente na Holanda, na Austrália e no México.)”.

Hoje e sempre, o debate na escola faz-se de forma frontal e sem dogmas. Temos a certeza do caminho que trilhamos e tenho a certeza que é fruto de muito investimento pessoal. Venham daí conhecer as nossas metodologias inovadores, que pela minha parte estão trancadas “no meu cofre” a sete chaves. Bem-vindos https://www.abs.pt/

 

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