Sinónimo de urgente: imediato, instantâneo, premente, pressuroso, imediato, instantâneo, premente. Sinónimo de Emergente: resultante, procedente, decorrente, proveniente, consequente. Este dilema foi criado pelo CODU, no passado dia 16/01/2025 às 17:20 para uma deslocação ao Hospital de Santo António.
Esta distinção é simples, mas penso que ajudará os técnicos de apoio médico do CODU a codificarem melhor o que é urgente e emergente. Fico espantado com estes artistas da política, que nunca geriram nada na vida e que, de repente, se acham com capacidade de gestão no Estado. Só mesmo no nosso sistema e no nosso Estado. São incompetentes, não tem missão, objetivos e valores suficientes para lugares importantes. Fico indignado porque só mesmo em Portugal é que isto se passa: homens da mala; Ceo que usa o SNS para cirurgias pessoais, sem pedidos de AF; Presidente da Republica, anjinho, farto de saber da trama das gémeas, mas mantem-se ausente, até ao mandato terminar; um líder da oposição frouxo, que não concorda com o Governo, mas o Costa mandou e aprovou o orçamento, sem coragem para uma moção de censura, para separar o Chega, desta trapalhada. Tantas mas tantas trapalhadas, que se não fossem os impostos que pagamos, estes senhores já tinham sido deportados para a Gronelândia. Pior ainda, um PM que dá cobertura real a todos os “espantalhos” que escolheu, que mais não fazem, do que preencher lugares.
Não acredito que um jovem queira cá viver depois de ler e assistir ao dia-a-dia. Mas vamos ao que interessa, porque é grave e serve de alerta a todos (as) que, de repente, necessitam duma ambulância, urgente. Um destes dias assim foi: peguei no TM de tarde e liguei para o CODU (Centro de Operações de Doentes Urgentes) não emergentes; a comunicar um caso urgente, tipificado como tal, por diversas vezes, anteriormente, para a deslocação duma ambulância a casa. Desta vez a Srª. Drª depois de lhe dar todos os sinais ao telefone…respondeu, laconicamente “Vou passar ao SNS/24 porque o caso não me parece emergente para enviar uma ambulância”.
Pasmei, dei-lhe umas “ripeiradas” que teve de ouvir e calar…o mais estranho é que a seguir a Sr.ª. Dr.ª. do SNS/24 classificou o mesmo caso de Urgente para ida ao hospital. Disse-lhe que não respondia ao questionário de atendimento porque não iria gostar daquilo que neste momento estava a pensar do CODU e de quem me atendeu. Qualquer uma das senhoras não souberam distinguir a emergência da urgência. Eu sei, sem problema! Foi o custo da ambulância. Depois não se queixem da elevada mortalidade por negligência médica, porque os vossos diretores, desaparecem.
Não tenho qualquer dúvida, que esta é uma orientação política e não médica. Em casos como estes não calarei e não deixarei de alertar o povo, fazendo chegar a minha indignação às partes envolvidas no Estado, porque apesar de nos fazerem crer, em instituições diferenciadas, são todas Estado e vivem a custa do Estado e dos nossos impostos. Por isso, apelo à Ministra da Saúde, sabemos que vai insistir no lugar, dá um certo andamento, privilégios, benesses, bons contactos, bons ordenados, mas cá no Porto dizemos “Vá dar banho ao cão”. Os senhores ganharam por 50.000 votos (podia ser por 1), mas não podem acelerar ainda mais o fim das pensões, do SNS, da Policia, etc, etc. Já não temos pachorra e o povo é manso.
Docente na Atlântico Business School/Doutorado em Ciências da Informação/ Autor do livro ” Governação e Smart Cities”







