Protocolo viabiliza obras na Secundária de São Brás de Alportel

O Município de São Brás de Alportel assinou um protocolo com o Ministério da Educação que permite avançar com obras de requalificação na Escola Secundária José Belchior Viegas, num investimento de 200 mil euros a cargo do Estado.

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A Escola Secundária José Belchior Viegas, em São Brás de Alportel, vai ser alvo de obras de requalificação no valor de 200.000 euros, na sequência de um acordo de colaboração assinado entre o Município e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação. A cerimónia teve lugar em Lisboa na passada sexta-feira, com a presença da Vice-Presidente da Câmara Municipal, Marlene Guerreiro, em representação da autarquia.

O investimento será financiado pelo Estado, ficando a gestão integral da empreitada a cargo do município, desde a elaboração dos projetos à execução das intervenções, o que permitirá, segundo a autarquia, uma maior proximidade, celeridade e eficácia na concretização dos trabalhos.

A intervenção inclui reparações na cobertura do edifício, correção de declives para escoamento de águas, tratamento de fissuras, reparação de rebocos e juntas de dilatação, bem como pinturas exteriores e no pavilhão desportivo. Trata-se de uma intervenção estrutural considerada urgente, enquadrada no âmbito do processo de descentralização de competências na área da Educação.

Protocolo com Ministério da Educação. S. Brás de Alportel.
Ministro Fernando Alexandre e Vice-Presidente da Câmara a assinar o protocolo. CMSBA direitos reservados.

Segundo Marlene Guerreiro, “a educação será sempre a nossa prioridade, é o melhor investimento que podemos fazer na construção de um futuro melhor para a nossa comunidade. Com esta intervenção, estamos a dar resposta a uma necessidade urgente e a garantir que os nossos jovens possam aprender em espaços mais seguros, modernos e acessíveis para todos”.

Este protocolo reafirma o compromisso da Câmara Municipal com uma educação pública de qualidade, sustentada numa estratégia de investimento nas infraestruturas escolares e na valorização da escola pública enquanto instrumento de desenvolvimento local.

O Município sublinha que a decisão de assumir estas competências está alinhada com os objetivos da estratégia nacional de descentralização, contribuindo para respostas mais eficazes às necessidades reais das comunidades educativas locais.

OC/RPC

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