A política portuguesa com tantos “casos e casinhos” está a bater no fundo. O desprezo por esta forma de exercer política é suprema. Tudo isto é hediondo, repugnante e horripilante.
Nada a fazer. Cada vez vai ser pior. A impotência dos portugueses, perante este estado de coisas é confrangedora.
A política é o espelho da sociedade, educação e berço precisam-se na política.
Tenho alguma curiosidade para ver onde isto vai parar. Mas auguro algo torpe.
“Tutti-Frutti”, deputados do Chega, antes, director executivo do SNS, deputados do chega, antes director executivo do SNS, corrupção na Madeira, secretário de Estado demite-se pela nova lei dos solos. O governo das imobiliárias, e o que virá a seguir.
Os “casos e casinhos” não param e aparecem constantemente.
Toda esta mentalidade de rede influência e acesso à informação privilegiada não pode ser usada em benefício próprio ou de familiares.
Cada vez mais os portugueses estão de costas voltadas para quem exerce política.
Como está na moda a palavra “percepção”. A percepção de suspeição de quem exerce política é brutal e a democracia está em perigo.
A única forma de se dar um sinal é expurgar esta gente, doa a quem doer.
Biólogo, fundador do Clube dos Pensadores














