Independentemente do tamanho e do setor de atividade de quaisquer organizações é, hoje, felizmente, comummente aceite, que a sustentabilidade está na ordem do dia.
Como a implementar e desenvolver, eis a questão.
A redução da pegada de carbono é um imperativo para todas as organizações.
Muito pode e deve ser feito na área da reciclagem, no aproveitamento de resíduos orgânicos para compostagem, hortas comunitárias, que “agradecerão” esse composto natural.
Dependendo da área de atuação e da sua localização, poderá também haver aproveitamento das águas das chuvas, podendo contribuir para regular cheias e retendo água para períodos de seca, além da utilização em espaços verdes.
No campo das energias renováveis, há uma enorme panóplia de utilizações possíveis, quer a nível solar, quer eólico.
Faça-se o que se fizer, as pessoas têm de estar envolvidas no e para o sucesso de quaisquer iniciativas.
Cada organização sabe em que ponto se encontra, inicial ou já com iniciativas em marcha e os recursos que tem.
Não está acessível a qualquer organização a criação da posição de CSO (Chief Sustainability Officer).
Se não pode ter um CSO, ficaria bem à organização nomear um/a funcionário/a para assumir/encabeçar esta importante frente de trabalho.
É necessário que esse funcionário/a tenha mandato para fazer avançar a sua organização. Não pode ser apenas um/a transmissor de mensagens, criador de uns post´s nas redes sociais, de umas narrativas de sustentabilidade.
Em linha direta, com a gestão de topo, esteja comprometido no mandato da sustentabilidade.
Esse/a funcionário/a tem de ter uma atitude positiva e que não seja mais uma tarefa que lhe deram.
Deve ter, necessariamente, uma atitude proactiva e diligente, saber mobilizar não só a equipa direta, no ideal a totalidade dos trabalhadores e não se conformar só com estes, tendo o aval da direção, pegar na organização e adotar uma postura de saída, ir ao encontro das comunidades onde a organização está implementada.
Isto implica massa crítica e vontade de fazer acontecer.
Esse/a responsável da sustentabilidade até poderá desempenhar essa função, adicionalmente, ás tarefas existentes e poderá ser, a meio tempo, e, noutros casos, de forma voluntária.
Dependendo da dimensão e do estado em que se encontra o trabalho desta frente, ele/a deverá ser uma ajuda à mudança e/ou aceleração deste trabalho.
Implementando/desenvolvendo iniciativas de ações concretas e mensuráveis, essas têm de constar da estratégia corporativa da organização, como única forma para o sucesso e deveras impactante.
Ecologia, sustentabilidade pode e deve fazer parte da cultura da organização.
Crescerá a motivação, o bem-estar organizacional, será notório por todos.
As responsabilidades ambientais e sociais têm muito que se lhe diga, anda tudo ligado.
Técnico de Formação Profissional







