Neste âmbito, será também inaugurada a 5 de fevereiro, às 18h30, a exposição “PHILIPPE STARCK, THE DUTY OF CREATIVITY”, dedicada à sua obra, na Galeria Fundação Amélia de Mello, no piso 1 do edifício da Biblioteca Universitária João Paulo II, da Católica. O evento contará com a presença deste criador de renome internacional.
Com uma obra inventiva e multifacetada, Philippe Starck centra-se no essencial, a sua visão, que se fundamenta no princípio de que a criação, independentemente da sua forma, deve melhorar a vida do maior número de pessoas.

Esta filosofia consagrou-o como um dos pioneiros e figuras centrais do denominado «design democrático». Ao longo de uma prolífica carreira, Starck desenvolveu projetos em múltiplos domínios, abrangendo desde objetos do quotidiano, como mobiliário, o seu emblemático espremedor de citrinos ou veículos elétricos, até à arquitetura, nomeadamente, hotéis e restaurantes que procuram afirmar-se como espaços estimulantes. A sua intervenção estende-se ainda a áreas como a engenharia naval e espacial, incluindo o design de mega-iates e módulos de habitação espacial. Philippe Starck desafia continuamente os limites e as exigências do design, consolidando-se como um dos criadores mais visionários e consagrados do panorama contemporâneo internacional.
Tendo como lema “Por uma Diaconia da Cultura”, este ano, o Dia Nacional da Universidade Católica Portuguesa pretende reafirmar o seu papel como instituição criadora de cultura, como espaço de transmissão responsável e de desenvolvimento autónomo, formando pessoas capazes de ter pensamento crítico, discernimento ético e compromisso com o bem comum.

«Se diaconia, fazendo jus ao seu étimo grego, significa, sobretudo, um gesto de serviço, uma diaconia da cultura, no coração da atividade de uma universidade católica, tem um significado triplo. Significa a universidade entender-se como instituição que serve a sociedade e a cultura em geral através do gesto formativo que a define; significa também olhar a própria cultura, com as suas manifestações diversas e coloridas, como serviço à própria ideia de universidade; e finalmente assinalar que a universidade produz cultura e é ela própria parte integrante da tessitura cultural envolvente», enfatiza a Reitora, Isabel Capeloa Gil.
A sessão solene, a realizar no auditório Cardeal Medeiros, no edifício da Biblioteca Universitária João Paulo II, a partir das 15h00, terá intervenções do Magno Chanceler, D. Rui Valério, da Reitora, de Philippe Starck e de Céline Abecassis-Moedas. Contará ainda com a imposição das insígnias e a entrega das cartas doutorais aos novos doutores que obtiveram o grau em 2025.







