O Cidadão foi aos bastidores do Vodafone Rally de Portugal 2026 e entrou no centro nevrálgico da prova: a Exponor. O pavilhão foi interrompido apenas pelo som das ferramentas e pelo ajuste meticuloso das equipas técnicas durante o dia de ontem. Antes de enfrentarem o pó e a dureza das classificativas, Vodafone Rally de Portugal 2026 passou pela fase crítica de verificações e ajustes finais, preparando-se para o Shakedown de Baltar, que teve lugar hoje, quarta-feira.


WRC regressa à Exponor após o Shakedown de Baltar.
O som dos motores de alta performance deu lugar ao frenesim das equipas de assistência ao final da tarde de hoje, quarta-feira. Após as primeiras passagens cronometradas no Shakedown de Baltar, que serviu para aferir as últimas afinações em condições reais de prova, a caravana do Vodafone Rally de Portugal recolheu ao parque de assistência na Exponor para as verificações finais antes do arranque oficial.

O Shakedown de Baltar marcou o primeiro teste de fogo para a fiabilidade mecânica das novas configurações de 2026.

As imagens captadas à chegada revelam o estado das máquinas após o primeiro contacto com o pó e a gravilha do norte do país:

As equipas de assistência enfrentam agora uma noite de trabalho intensivo para converter as configurações de treino no “set-up” final de prova.

Com o sol a pôr-se sobre o parque de assistência, o ambiente é de “calma antes da tempestade“. Os pilotos aproveitam as últimas horas para o estudo das notas de ritmo, enquanto os mecânicos garantem que, ao amanhecer, cada carro estará no auge das suas capacidades para enfrentar um dos ralis mais exigentes do calendário mundial.

O Vodafone Rally de Portugal 2026, de 7 a 10 de maio, percorre as regiões Norte e Centro, com base (Parque de Assistência) na Exponor, Matosinhos. Os troços icónicos incluem Fafe (com o famoso salto), Amarante, Arganil, Lousã e Vieira do Minho, abrangendo os distritos do Porto, Aveiro, Coimbra, Viseu, Braga, Vila Real e Viana do Castelo.
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