Menezes nega convite do PSD para encabeçar candidatura à Câmara de Gaia

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Luís Filipe Menezes nega ter sido convidado pelo presidente do PSD para encabeçar a lista do partido nas próximas eleições autárquicas à Câmara de Gaia.

Poucas horas depois de o conselheiro nacional do PSD, Firmino Pereira, ter revelado este convite, Menezes recorre ao seu perfil de facebook para desmentir e acrescentar: “Também já disse que todos tem direito a mudar de opinião mas, no meu caso, isso nunca acontecerá a reboque de pressões ou noticias sem um fundo de solidez.

À margem de um encontro com ex-autarcas e militantes do partido, que ontem decorreu em Vila Nova de Gaia, o conselheiro tinha revelado à Lusa:

Sabemos que a nível do partido – e quando falo do partido, falo do primeiro-ministro, deseja e já convidou o Dr. Menezes para este desafio. Temos o PSD nacional empenhado nesta escolha, o que temos de esperar – e esse é o tempo de Dr. Menezes, por uma decisão que, esperamos, seja uma decisão afirmativa a uma candidatura que Gaia merece“.

Com este encontro, acrescentou Firmino Pereira, pretende-se “criar uma onda de apoio ao regresso” do ex-autarca que foi eleito, pela primeira vez, presidente daquela autarquia do distrito do Porto em 1997.

O social-democrata, que foi também vice-presidente da Câmara de Gaia, mostrou-se convicto que Luís Filipe Menezes responderá “afirmativamente ao convite que já foi feito pelo presidente do partido” e que corresponde a “uma manifestação” de vontade dos gaienses que desejam o regresso de Menezes ao poder.

Para o Conselheiro Nacional do PSD, Luís Filipe Menezes é “talvez o único militante do PSD com condições de vencer a Câmara de Gaia ao Partido Socialista“.

Em dezembro, questionado pelos jornalistas, Luís Filipe Menezes garantiu que não se ia candidatar a nenhuma autarquia do país nas próximas eleições autárquicas de 2025, referindo não ser sua intenção voltar à vida política nesses termos.

Luis Filipe Menezes foi eleito presidente da Câmara de Gaia em 1997, tendo sido reeleito nos anos de 2002, 2005 e 2009, sempre com maiorias absolutas.

OC/LUSA/MP

Foto: Rui Farinha/Lusa – direitos reservados

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