O Celta de Vigo foi uma equipa com muito “coração” nos dois jogos frente ao Friburgo. Mas nesta fase das Competições Europeias – restam equipas de garnde qualidade – isso não basta. São necessários outros atributos que a formação viguesa, de momento, não possui. Daí o resultado da eliminatória ter sido desfavorável aos homens das Rias Baixas por 1-6.
O Friburgo é mais forte. Mais rápido com e sem bola. Pressiona alto e aproveita, letalmente, os mínimos erros do adversário. Ginter, um “central”, alto, duro, mas com boa saída; o latyeral esquerdo Makengo, que ocupa todo o corredor e recupera muito facilmente; Mazambi e Eggstein, dois médios de excelente qualidade técnica, quer a defender quer a atacar; na frente, duas setas perigosíssimas – Suzuki ( ontem marcou dois golos) e Igor Matanovic (marcou o outro golo) – vão exigir “tolerância zero” ao erro dos defesas do SC Braga.
Julian Schuster, o técnico dos alemães, tem um “banco” recheado de boas alternativas para todas as fases do jogo. Ogbus, Hofler e Irie são alguns desses jogadores – ora titulares ora no banco, mas sempre com bom desempenho quando chamdos aos jogos.
O Cidadão foi a Vigo ver o próximo adversário do Braga na LIga Europa. Podia ser o Celta ou o Friburgo. Passaram à fase seguinte os alemães e com todo o mérito.
Gonçalo Bravo captou o momento para a posteridade.







