Pelo resultado pode dar a ideia de ter sido um jogo “mole”, monótono, lento, com os conjuntos a privilegiarem a defesa em detrimento do ataque. Mas não foi assim. E o nulo deve-se à pouca inspiração dos atacantes der ambas as formações.
O FC Porto, com um jogo mais rendilhado, melhor tecnicamente, começou a partida a tentar pressionar a área do adversário.

A Oliveirense dava, facilmente, conta do recado a defender e respondia com contra ataques que obrigavam o FC Porto a cautelas para não ser surpreendido.
À medida que o tempo ia escoanda, o “onze” de Oliveira de Azeméis ia equilibrando no meio campo e o jogo ficava toatalmente dividido. Com ocasiões de golo junto de ambas as balizas.
A segunda parte foi muito semlhante à primeira, em que o equilíbrio foi a nota dominante. Porém, o conjunto forasteiro abriu mais o seu jogo, tentou aproveitar os flancos e pressionar a saída de bola dos portistas; desta forma, quer Oliveirense quer FC Porto lutavam muito pelo controlo do meio campo, da “segunda bola”, mas a ineficácia no último terço do campo mantinha-se.

Face às circunstâncias, era muito difícil outro resultado. Embora pelo entrga dos jogadores de ambas as equipas e pela seu espítito combativo, merecessem um jogo com golos. No fundo, ninguém merecia perder.
O resultado acaba por ser justo, mas não agradou. Ao FC Porto porque pretendia atingir os 40 pontos para colocar-se a salvo dos lugares complicados da parte de baixo da tabela; à Oliveirense, porque está nesses lugares que levam à descida de divisão e precisa de triunfos para “dar o salto”. E 3 pontos no jogo de ontem tornar-se-iam preciosos para o equipa de Oliveira de Azeméis.
O lance mais polémico do encontroi foi já na parte final quando Gonçalo Santos foi puxado na grande área da Oliveirense, antes de do gurada-redes seguraras a bola. Ou seja, quando o defes, puxa a camisola ao avançado, a bola estava jogável ainda e ninguém podia presumir que fosse o guarda-redes forasteiro a chegar primeiro.
Bruno Costa, o árbitro, nada assinalou; o VAR interveio e o árbitro foi ver as imagens que, no nosso entender eram claras e óbvias – Gonçalo foi puxado, o defesa não pretendeu jogar a bola, apenas impedir que o adversário não lhe chegasse e o guarda redes ainda não tinha defendido. Face à forma com foi desenrolado o lance, houve motivo para ser assinalada grande penalidade contra a Oliiveirense. Bruno Costa teve outra oipinião.

Esta dualidade de critérios a avaliar lances que podem ser decisivos contribui para algum desequilíbrio no futebol português. Os comentadores “estrela” e analistas de arbitragem, limitam-se a falar de jogadas no campeonato principal e, apenas, nos jogos disputados pelo “grandes” ( como se o resto das equipas não importassem). Mas ses soubessem o que acontece nos outros jogos, certamente teriam mais cuidado no que afirmam…
A árbitro Bruno Costa teve, pois, interferência clara no jogo e transformou em negativa uma arbitragem que, até aí, tinha sido serena, com boas decisões, com os jogadores a limitaram-se apenas a jogar e não às tradicionais quezílias que obrigam o árbitro a “trabalho forçado”.

Reportagem OC: Alberto Jorge Santos (Texto) e Gonçalo Bravo (Fotos)
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