Desde 1995, o Lidl contribuiu com 44 mil milhões de euros para o Produto Interno Bruto (PIB) português, de acordo com o Estudo de Impacto Socioeconómico desenvolvido pela Forvis Mazars. A análise considera os efeitos diretos, indiretos e induzidos ao longo da cadeia de valor da retalhista alimentar.
A taxa média de crescimento económico anual da operação portuguesa foi de 15%. Em 1995, o impacto total da empresa era de 54 milhões de euros, valor que subiu para 3.223 milhões de euros em 2024.
O estudo demonstra que por cada euro gasto na atividade do Lidl, foram gerados em média 1,78 euros na economia nacional, evidenciando a influência da empresa na dinamização da produção interna.
A nível de emprego, o Lidl foi responsável pela criação e manutenção de cerca de 90 mil postos de trabalho, com um crescimento médio anual de 13% no impacto sobre o emprego em Portugal. Segundo os dados apresentados, por cada emprego criado diretamente, surgiram 10,6 novos postos de trabalho na economia nacional.
Dos empregos gerados, 9% foram diretos, com a empresa a empregar atualmente mais de 8.000 colaboradores. O impacto indireto correspondeu a 78%, impulsionado pela procura junto de fornecedores e parceiros. Os restantes 13% dizem respeito ao impacto induzido, resultante dos efeitos da atividade do Lidl sobre outros sectores económicos.
A propósito dos resultados, o presidente executivo do Lidl Portugal, Hélder Rocha, afirmou:
“Estes dados, além de refletirem o valor real que temos vindo a criar para o país, mostram que o Lidl se tornou muito mais do que uma marca: é hoje um símbolo de compromisso, confiança e impacto real na vida das pessoas.”
“O nosso caminho é de continuidade, reforçando o crescimento, o impacto e o compromisso com Portugal.”
A empresa possui atualmente mais de 280 lojas em território nacional, bem como quatro entrepostos e direções regionais em Santo Tirso, Torres Novas, Loures e Palmela, com sede em Sintra.
OC/RPC/LUSA







