Acabado de lançar, o primeiro trabalho discográfico, homónimo, do ars ad hoc foi gravado entre 2024 e 2025 na Fundação de Serralves. O álbum duplo reúne obras de Gérard Grisey, Beat Furrer e Emmanuel Nunes, lado a lado com obras de quatro jovens compositores portugueses estreadas pelo ensemble: Pedro Berardinelli, Carlos Lopes, Mariana Vieira e João Moreira.
Mais do que uma colectânea, o disco funciona como um retrato dos primeiros sete anos de actividade do ensemble e do seu trabalho colaborativo com compositores nacionais e internacionais, marcando também o início da temporada 2025/26 do ars ad hoc. A edição inclui ainda um livro de 40 páginas e uma fotografia polaroid exclusiva a cada um dos CD, captada durante as gravações.

Com programação de Diana Ferreira, o ensemble é formado por Ricardo Carvalho (flauta), Horácio Ferreira (clarinete), Diogo Coelho e Matilde Loureiro (violinos), Ricardo Gaspar e Francisco Lourenço (violas), Gonçalo Lélis (violoncelo) e João Casimiro de Almeida (piano).
O ars ad hoc surge no contexto da Arte no Tempo, uma associação cultural sediada em Aveiro que tem como objectivo a divulgação da arte musical contemporânea através da promoção de eventos, do incentivo à criação e à interpretação, entre outras actividades.
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