Em comunicação dirigida ao Palácio de São Bento, a ANTRAL reafirma a sua total abertura para trabalhar em articulação com as entidades competentes, com vista à construção de um modelo de cooperação que sirva o interesse nacional, melhore o acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde e valorize os recursos já existentes no país.
A associação defende um modelo semelhante ao que existiu até 2012, período em que o setor do táxi desempenhou um papel fundamental no acesso das populações aos cuidados de saúde, assegurando o transporte para centros de saúde, hospitais e outros serviços públicos, com funcionamento permanente, 24 horas por dia, e com custos controlados para o erário público.
Neste contexto, a ANTRAL considera que o envolvimento do setor do táxi poderá contribuir para ultrapassar as atuais dificuldades relacionadas com a falta de ambulâncias e de condutores disponíveis para os transportes urgentes, permitindo uma melhor afetação dos meios de socorro às situações que efetivamente o exigem.
A associação sublinha ainda que os preços praticados no transporte de utentes por parte dos bombeiros são, em muitos casos, superiores aos praticados pelo setor do táxi, questionando a sustentabilidade económica da utilização de veículos do tipo “ambulância”, com cinco ou mais lugares, para transportar apenas dois ou três utentes.
OC/AJS
ANTRAL disponível para aliviar pressão sobre ambulâncias
A ANTRAL (Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros) manifestou ao Primeiro-ministro a total disponibilidade do setor do táxi para voltar a colaborar no transporte de utentes, em particular nas situações não urgentes, contribuindo para reforçar a capacidade de resposta do sistema de saúde.
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