Não falo mais do Luís. Nem falo mais do Trump…

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Prometo que hoje não falo do Luís Montenegro, apesar do Tribunal Constitucional obrigá-lo a declarar a lista de todos os seus clientes.

Não falo mais dele. Sempre ele, quando há mais uma mão cheia de ministros que também estão obrigados a fazer essa declaração.

Mão cheia conhecida porque há mais gente ligada ao governo que ainda não foi citada. Tal como as bruxas.. Não acreditamos… mas que..

Não falo mais do Luís, só porque insistem em levantar dúvidas das ligações a empresas beneficiárias do aparelho. Estes juízes do Palácio Ratton querem é ser apenas mauzinhos!.

Também não falo mais do Trump. Anda tudo contra ele só porque quer o Nobel da guerra, perdão… da paz.. Ele é na Venezuela, no Irão, na Gronelandia- Não não , aí ficou em banho maria.. mas Cuba está na lista. Não, não falo mais do Trump que me esvazia o frigorífico, que me faz acender a luz da reserva do carro, e, de tanta coisa do mundo onde se mete.

Só não é presidente da América! Não tem tempo.

Não falo mais destes senhores que constantemente me entram casa adentro, para criar bolhas no meu sangue.

Com alguma ironia, vejo casas famosas a virar dancetarias.

Tudo dança no Júlio Dinis, Alunos D’ Apolo, e casas icónicas com nomes ligados a algo importante.

O espaço do Banco de Portugal, está também na lista para bom bailinho.

Desde os tempos do Carlos Costa que aquilo vai tocando música ao gosto dos ouvidos (interesses) dos bailarinos. O filho de Durão Barroso, virou funcionário da casa; o Centeno estava sempre muito preocupado com os horários dos jogos do seu glorioso, talvez por ter sido alcunhado de “o Cristiano Ronaldo” da economia.

Agora reformado com 17 mil mensais.

Gente dessa estirpe não sabe viver com mil euros por mês.

Já o “pau seco” perguntava como podia viver com 12 mil por mês!!! Muito dinheiro há nesses cofres da mangedoura.

O bom tempo voltou, a bonança não. Os efeitos das tempestades ainda são visíveis e ainda há famílias a “berrar” .

Os apoios tão falados esbarram na burocracia, porque, para isso, os dinheiros da “mangedoura” têm que ser acautelados.

Nos incêndios de 2017, além das muitas vidas perdidas, houve também casas de primeira habitação, vitimas do sinistro.

Algum do muito dinheiro para a sua reconstrução, foi canalizado para a reparação de casas de campo, ferias e segunda habitação, cujos donos não eram, pois, nenhuns “pés rapados”.

Em matéria de “ desvianços” não há burocracia que supere o sangue corrupto dos portugueses. Estamos no pódio da vergonha.

Tenho que me despachar para abastecer o carro de gasóleo, saído das reservas, pago como se fosse agora produzido ou processado.

Siga em frente porque é lá que está o horizonte…

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