Temos de mudar de paradigma, não obstante os ventos não soprarem de feição.
Na agenda mundial os governos estão a fraquejar, derrapar, para não dizer a tentar meter na gaveta as questões ambientais.
A economia circular, tem de ser uma aposta inequívoca. A sua importância é muito mais que a gestão de resíduos.
A economia azul tem tanto para ser feito.
Ao que consta as metas de 2025 não foram cumpridas em matéria de reciclagem.
Procura-se uma transformação efetiva de um novo modelo que gere impacto real.
Temos eventos climáticos extremos, tempestades de tantos nomes (masculinos e femininos), incêndios em quaisquer alturas do ano.
Noutras paragens a terra revolta-se, erupções vulcânicas, abana, faz fissuras, tremores de terra.
Sabemos que o planeta está a aquecer… Perda de biodiversidade, degradação dos ecossistemas.
A Educação/Formação faz o seu caminho, o seu trabalho de casa…
TRUMP não quer saber de problemas ambientais, ele quer territórios (Gronelândia e deixa lá ver que mais) e Petróleo, muito.
PUTIN quer também territórios, muitos, talvez para redesenhar os do antigo império. A guerra continua aí. Dentro de dias, a 24 de fevereiro a da Ucrânia fará 4 anos.
Um adolescente, dizia-me há dias, andas aí tão preocupado com o Ambiente, as potências que se guerreiam, tantos tiros dão e tantas bombas fazem explodir, poluem tanto e quem os contêm?
O nosso trabalho de consciencialização, aquilo que a Educação/Formação faz, deve continuar e ser melhorado.
Andamos ciclicamente nisto, tal como outras crises, sabemos que as vamos ter (económica e/ou financeira), não sabemos é, quando será.
Precisamos de mais e melhor empenho na pegada ambiental.
O mundo tem de ter um novo alinhamento, em que as políticas públicas, empresas e cidadãos estejam mobilizados em prol da causa comum.
Só temos este planeta terra, em que vivemos nesta aldeia global.
Técnico de Formação Profissional














