Pelo menos 30 pessoas morreram este sábado no interior da Cidadela Laferrièrre, um dos monumentos mais emblemáticos do Haiti, localizada a cerca de 25 quilómetros de Cap-Haitien, a segunda cidade mais importante do país, no norte do território.
Segundo os primeiros relatos, a causa das mortes terá sido a falta de oxigénio nas galerias da fortaleza Património Mundial da UNESCO, também conhecida como Cidadela Henri, num contexto de condições meteorológicas adversas provocadas por fortes chuvas e ventos.
O presidente da Câmara de Cap-Haitien, Patrick Almonor, disse à agência EFE que o número de vítimas poderá aumentar, uma vez que os trabalhos de resgate ainda não tinham terminado.
Vídeos que circularam nas redes sociais, como o Facebook e WhatsApp, dão conta de cadáveres estendidos no chão, enquanto outras pessoas eram transportadas para o principal centro hospitalar da cidade.
A fortaleza foi construída por ordem do rei Henri Christophe, fundador do Reino do Haiti, no início do século XIX, após a independência do país da França em 1804.
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