Melgaço volta a brindar à tradição e à inovação com a 31.ª edição da Festa do Alvarinho e do Fumeiro, que decorre entre 25 e 27 de abril, reunindo 31 produtores de vinho Alvarinho da sub-região de Monção e Melgaço, 16 produtores de fumeiro e produtos locais, quatro restaurantes e várias entidades ligadas ao turismo, artesanato e animação. O evento, com entrada livre, acontece num espaço com 3800m², preparado para receber visitantes com uma oferta diversificada de sabores, experiências culturais e momentos de convívio.

Para além da habitual mostra e venda de produtos regionais, este certame destaca-se também pela sua vertente técnica e formativa, com atividades dirigidas a profissionais, como a ação “A importância do copo certo”, dinamizada pela Riedel, e a mesa-redonda “Alvarinho no feminino”, com enólogas da região a discutir o presente e o futuro deste ícone vinícola.
A programação inclui ainda dois showcookings inéditos, protagonizados por chefs e restaurantes locais, moderados pelo Chef Álvaro Costa. Entre as propostas, pratos como “Tártaro de presunto com aroma cítrico do Espumante Alvarinho” ou “Brasa Selvagem – carne de cachena bio” prometem realçar o sabor autêntico do terroir melgacense, numa perfeita harmonização com vinhos da região.

O evento conta ainda com concursos de produtos certificados como mel, salpicão, presunto e broa de Melgaço, todos com Indicação Geográfica Protegida (IGP), e uma forte componente de animação musical, com artistas como Pedro Abrunhosa, TOY, Smells Like 90’s e DJ Martim Azevedo, entre outros. Haverá também espaço para o folclore, com ranchos e grupos etnográficos locais, bem como diversas atividades paralelas ligadas ao enoturismo, desporto e turismo de natureza.
Os visitantes poderão adquirir o copo de prova oficial por 3,5€ no stand da organização, e usufruir de uma zona de restauração com capacidade para 480 lugares.
A Festa do Alvarinho e do Fumeiro é promovida pela Câmara Municipal de Melgaço, que continua a apostar na valorização do território, promovendo os seus produtos, a sua cultura e o trabalho dos seus agentes locais. “Queremos que quem nos visita leve consigo uma experiência inesquecível e o desejo de regressar”, sublinha Manoel Batista, presidente da autarquia.
OC/JJS














