Marés Vivas regressa em 2026 no terceiro fim de semana de julho

A organização do festival Marés Vivas confirmou o regresso do evento a Vila Nova de Gaia nos dias 17, 18 e 19 de julho de 2026. A 18.ª edição, que terminou ontem, contou com três dias de lotação esgotada e 120 mil visitantes.

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A próxima edição do festival Marés Vivas vai realizar-se a 17, 18 e 19 de julho de 2026, mantendo-se no terceiro fim de semana do mês, como já é habitual. O anúncio foi feito à agência Lusa por Jorge Lopes, diretor da promotora PEV Entertainment.

“Muito à semelhança do que tem sido, mantemos a realização do Marés Vivas no terceiro fim de semana de julho, ou seja, a 17, 18 e 19 de julho”, afirmou o responsável.

A preparação do evento do próximo ano já decorre e a organização prevê divulgar brevemente os primeiros nomes do cartaz. De acordo com Jorge Lopes, o festival continuará a apostar numa programação com artistas nacionais e internacionais que atraiam várias gerações.

“Assim, agradamos a toda a gente e a todas as faixas etárias”, sublinhou.

A 18.ª edição do Marés Vivas terminou ontem, domingo, e decorreu no antigo parque de campismo da Madalena, em Vila Nova de Gaia. Ao longo dos três dias passaram pelo recinto 120 mil pessoas, com lotação esgotada em todas as datas.

“Tivemos três dias de lotação esgotada, o que é ótimo. O dia de hoje [domingo], por exemplo, já está esgotado há cerca de dois meses e o primeiro dia também já esgotou há um mês, explicou Jorge Lopes, destacando a forte adesão do público.

Para o diretor da PEV Entertainment, os números demonstram que o Marés Vivas “está aí em força” e que o público “gostou do cartaz deste ano”.

“Têm sido três dias fantásticos, com grandes momentos musicais e, sobretudo, aquilo que mais nos agrada é ver que as pessoas saem daqui felizes e que adoraram o festival”, reforçou.

A ambição da organização passa por crescer de forma consistente, especialmente ao nível dos acessos ao recinto, para melhor acomodar o número de visitantes.

“Mais do que crescer em público, nós queremos crescer consistentemente. E quando crescermos, o recinto e a própria cidade tem que estar preparada para receber as pessoas porque estamos a falar de 40 mil pessoas”, sustentou Jorge Lopes.

Pedro Laranjeira, responsável de patrocínios e eventos da Meo, parceira do festival, considerou que esta colaboração com a PEV Entertainment é para continuar.

“Esta é a 13.ª edição desta parceria muito feliz com a PEV. E acho que este ano é a prova e é o teste do algodão de que, de facto, esta é uma parceria de sucesso. Tivemos aqui três dias de casa absolutamente cheia”, afirmou.

O representante da Meo destacou ainda a implementação do projeto Música com Sentido, que visa tornar o festival mais inclusivo, com intérpretes de língua gestual, coletes sensoriais e plataformas de mobilidade condicionada.

“O objetivo é garantir que todas as pessoas têm uma experiência equiparada independentemente da sua condição”, concluiu Pedro Laranjeira.

Na edição que agora termina, o cartaz incluiu nomes como Scorpions, Thirty Seconds to Mars, Ozuna, Pedro Sampaio, Hybrid Theory, Xutos e Pontapés, Miguel Araújo & Os Quatro e Meio, Tiago Nacarato e Zarco. O recinto contou com cinco palcos e estreou duas novidades: uma roda gigante e um slide.

OC/RPC/Lusa

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