
O título revela o coração do livro: a fecundidade da palavra, do corpo, do encontro entre o que se sente e o que germina no silêncio. São versos que convidam o leitor a parar, ouvir e sentir – a perceber o invisível que pulsa à nossa volta.
“Que as palavras sejam sementes, e que cada leitor encontre no seu silêncio o jardim que pode florescer.”
Este livro é um convite: sentir, lembrar, tocar o mundo com atenção e ternura. Porque a poesia não está apenas no que se lê — está no que conseguimos ver, ouvir e deixar nascer dentro de nós.
Jornalista














