O comunicado do SICOS diz que até aqui existiam três carreiras – administrativa, técnica e técnica superior – cada uma com nove escalões remuneratórios. “Na prática, nunca houve progressões por antiguidade ou mérito, porém, em vez de corrigir essa injustiça histórica, o SNQTB decidiu agora enterrar definitivamente qualquer possibilidade de progressão profissional.
O SICOS pediu esclarecimento da situação e o SNQTB justificou a medida com “equidade interna” e “sustentabilidade organizacional”, alegando que a “redução de escalões facilita a progressão.”
O SICOS visa ainda a Comissão de Trabalhadores que deu parecer favorável à medida que reputa de “inqualificável, em contradição com a tradição das anteriores comissões.”
“Em democracia, os órgãos representativos dos trabalhadores devem defender os trabalhadores e não servir as conveniências patronais.” – refere o comunicado do SICOS que denuncia “a hipocrisia” do SNQTB e “exige 15 a 20 níveis de progressão, automáticos e por mérito.”
O comunicado alerta, ainda, que as medidas tomadas vão contra “a Constituição da República Portuguesa (artigo 59º) e a Diretiva da União Europeia 2019/1152, relativa às condições de trabalho transparentes e previsíveis.”
Pelo que, exige , “imediata revisão da medida”.
Jornalista














