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Sábado, Dezembro 6, 2025

Os bitaites dos candidatos a Presidente da República

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“O fim justifica os meios”. Fico espantado com o número de candidatos às eleições de Presidente da República. Das duas uma: ou querem ser conhecidos como fogachos, ou não percebem nada do que se está a passar no Mundo.

A esquerda dá sinais de senilidade agravada e a não demonstrar juízo, já que deviam estudar melhor a história para perceberem que o que está em causa, nestas eleições que até pode passar por uma tragédia traduzida na eleição do artista circense, como Presidente. Estudem história e percebam entre outras coisas, o que se passou com Stalin, se não estivesse do lado dos aliados na II Guerra Mundial? Franco teria ganho a Guerra Civil espanhola se tivesse tido uma oposição coesa, nas tropas republicanas? As coincidências trazem à memória alguns cenários da história em que, quem divide, fica a ganhar e a esquerda ou premedita, com esse propósito ou, então, é masoquista: PCP veste o candidato com um fato e gravata por imposição – discurso programático a boa maneira da “cassete” pirata; Livre obrigou o rapazote a tirar os brincos e a ter um discurso mais escorreito… mas coitado, nem na rua dele é conhecido; BE sempre que a candidata fala tem que subir o degrau para a elevar.

Não tenho dúvidas que só aparecem por vaidade e presunção interna…poupem-nos e façam o que devem com vista ao futuro do país. PSD e o PS fizeram o que deviam; IL tem o candidato “bourbon” que se martiriza, como um Calimero. Não lhe dão palco! Existem dois candidatos que agregaram apoio: Marques Mendes e Seguro e estes fazem a reflexão sobre o futuro no cargo.

Seguro nunca terá uma vida fácil porque o PS, em alguns setores, está refém de ódios de estimação (António Costa) vai daí “as dores” sintomáticas e a hesitação do “frágil” secretário-geral para o apoiar. Na minha opinião o que acontecerá a Carneiro será, na exata medida do aconteceu a Seguro, sendo ignorado por parte dos militantes o futuro do país e a razão de Estado que o partido deveria… Referi António Costa – o tempo, a história  dar-me-á razão – porque programou, com eficiência e minúcia a saída, atravessando a Lucília Gago (cargo para a qual nomeou e desapareceu) de forma a preparar o seu destino dourado, quando os astros se alinharam. Maquiavélico? Sem dúvida. “O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que têm a sua volta”. Durão Barroso atuou da mesma forma: a tanga e depois fugiu! Agora surge, acenando que a melhor “arma para a paz é preparar o país para guerra” – esqueceu do seu interesse numa sociedade comercial conhecida, do ramo.

Estamos no mesmo paradigma que Costa criou, mas o povo é inocente e não tem culpa das disputas ridículas entre candidatos a sério e outro, que alinha em circos medievais “trumpistas”, que hoje diz uma coisa diferente do que disse ontem… tenho para mim, que alguns deles, até na sua rua não são conhecidos, quanto mais no país.

Podem reconhecê-los, agora, mas não se lembram do nome, do que fazem e das propostas que fizeram. Antõnio Costa é o verdadeiro responsável por tudo o que aconteceu ao país, promovendo com os seguidores o objetivo (maquiavélico) de enfraquecer a direita democrática. Azar dos Távoras! O que me surpreende é que estes seguidores, enquanto esperam pelo seu sucessor, em lume brando, não se importam de votar em todos, menos em Seguro. Estranho, estes ódios de estimação? É curioso recordar o que Costa fez a Seguro, internamente e o que fez quando perdeu as eleições com Passos Coelho? Recordam-se da geringonça?

Os “costistas” não se importam de engolir um sapo na 2ª volta, muito menos de trair. O PCP já engoliu muitos sapos e não é a primeira vez, só que desta é fruto do disparate das escolhas e não ficará sozinho na ingestão desta votação, que os vai levar a uma gastroenterite cronica.

A esquerda continua a escavar a sepultura e continua a não inovar, com diferenciação. Contratem uma empresa de Marketing, de imagem, de comunicação…as subvenções que o Estado paga deve chegar.

Deixo para último, Gouveia e Melo porque não o aprecio, desde a reprimenda aos militares em público – depois perdeu em Tribunal – se tinha algo a dizer, deveria faze-lo em privado e não diminuindo a imagem perante a opinião publica. Fez como um vulgar candidato popularucho e nesta atitude não encontro diferenças com Ventura. Se o fez uma vez, fará como Presidente, muitas vezes. Escolheu o “timing” para ser candidato, na véspera das autárquicas. Inexperiência? Bacoquice? Fico com a ideia que anda mal aconselhado, especialmente, porque tem feito escolhas muito intempestivas e desajustadas de candidatos perdedores e mentirosos, políticos, compulsivos. Refiro-me a Rui Rio que se quer manter à tona…. Quanto a este, como mandatário, foi mais “um prego no caixão” que dificilmente abrirá no futuro.

Este candidato parece mais um catavento sem compromisso com o povo, não percebendo muito bem o papel da Presidência. O orçamento de Estado destinou, este ano, 19 milhões de euros à Presidência da República e não ouvi nenhum candidato falar nesta exorbitância com as dificuldades que o país atravessa.

Bitaitam sobre tudo, mas não dizem nada. Queixem-se da abstenção.

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