Comunidade LGBT+ marchou no Porto contra silêncio na agenda política

A reposição do manual escolar sobre identidade de género e diversidade, a condenação das terapias de conversão e um alerta contra o aumento do discurso de ódio foram as principais exigências que formaram o protesto

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Uma manifestação LGBT+ com cerca de 100 participantes decorreu ontem na cidade invicta, sob o lema “Direito a existir, dever de resistir”.

FOTO | VÍTOR LIMA/OCidadão

A marcha começou no Jardim do Marquês e seguiu até à Avenida dos Aliados, mesmo junto à Câmara Municipal do Porto.

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O protesto visou denunciar o apagamento dos direitos LGBT+ na agenda política, especialmente em período eleitoral.

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Entre as principais exigências, destacam-se a reposição do manual escolar sobre identidade de género e diversidade, a condenação das terapias de conversão e um alerta contra o aumento do discurso de ódio.

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Filipe Gaspar, da organização da Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto, sublinhou a urgência de manter os direitos conquistados e dar visibilidade às preocupações da comunidade e referiu-se à intenção de colocar os problemas daquela comunidade na agenda da campanha eleitoral para as próximas eleições legislativas.

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TEXTO E FOTOS | VÍTOR LIMA

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