Um Patego, no Porto, é um ignorante – Por Amaro F. Correia

No país é o que entenderem. O povo paga e pagará, sempre. Nunca meti cunhas por isso, estou limpo e à vontade.

Sabemos que vivemos numa “sociedade de inquisidores” sendo que, alguns deles, nem disfarçam…Este ano, escrevi por aqui que um patego será sempre um patego. Referia-me a inabilidade e incapacidade, “à Porto”, de um Presidente da Câmara que não acrescentou nada à cidade, politicamente, argumentando com as contas certas, que de certas nunca foram…

Uma outra conversa, mais a frente! Não entendo a intensidade pejorativa, muito menos insultuosa, mas uma forma simples e regional de qualificar alguns atores políticos, com a mania que são “à moda do Porto”; ou “das tripas coração”; ou das “contas à moda do Porto” como se todos os outros, fossem desonestos. Dividi a análise em 3 ou 4 pategos nacionais que “afincadamente” usam o populismo, para enganar o povo. De certeza que perceberam o atual PR e o silêncio forçado da comunicação social, em Lisboa, que se “apategou” ao seu “modus vivendi” e, já ninguém fala das gêmeas.

Excelente exemplo de popularidade sem querer deixar de meter a cunhazita ao Presidente da República (PR) para ajudar os portugueses mais pobres. É tanta a preocupação que nada mudou nesta área. Sinto a obrigação moral e ética de apelar ao Presidente da República (PR) para uma cunhazita a este cidadão, crescido e criado em Portugal – que não conheço – para ter acesso a um medicamento que deve custar muito menos de 4 milhões de euros. Partilho o link da noticia: https://www.jn.pt/3372809892/paciente-aguarda-decisao-sobre-medicamento-para-doenca-dos-pezinhos-sinto-a-morte-a-vir-a-conta-gotas/. “

Jaime Amorim, de 72 anos, sofre de paramiloidose (conhecida como “doença dos pezinhos”), uma doença rara e genética que afeta o fígado, e alega que a demora burocrática do Hospital de Santo António (Porto) na mudança de tratamento lhe está “a custar qualidade de vida”. Terapêutica para a “doença dos pezinhos” reforçada em Portugal com novo medicamento. “Para tratar a paramiloidose já não é preciso atravessar o país”. O hospital explica que “a escolha do medicamento a utilizar está relacionada com o caso do paciente. Os primeiros sintomas surgiram em 2023, quando começou a ter sensações estranhas nos pés e perdeu a força nas pernas. Foi submetido a exames, que foram inconclusivos e, após outros rastreios, começou o tratamento em novembro de 2024. A solução foi a ingestão diária de um comprimido chamado Tafamidis, que reduz a produção de ácido amilóide. Infelizmente, não o consegue fazer a um ritmo suficiente para impedir a degradação da sua saúde.” (Texto integral “JN digital de 2025-04-15). Diga-se que devo ser um dos poucos portugueses, felizardos, com o email do Presidente, pessoal (amiga Estorninho) ainda antes de o ser…. Felizardo, sem cunhas, mas mesmo assim, enviei um email delicado a solicitar “Caríssimo Presidente; Sem lhe meter “cunhas” porque sei que as há, ainda por cima, com a responsabilidade partilhada por ter votado em si, venho desta forma apelar ao seu sentido de humanidade, lendo esta notícia, do JN de hoje. Depois do caso das gêmeas, sou obrigado a remeter este pedido em nome do povo português, para ajudar com um medicamento (custa muito menos de 4 milhões) para um português que trabalhou toda a vida e pagou impostos. Lamento ter de o fazer assim, mas não esqueço a sua veia protetora, luso-brasileira, com um país de 2 milhões de pessoas abaixo do limiar da pobreza. Obrigado pelo seu cuidado excecional em preservar o SNS.”

Os meus amigos, alarmados, chamaram a atenção: “cuidado com o serviço de informações internas”…respondi “a PIDE? quero lá saber. Esta gente tem de ser responsabilizada”.

Na verdade, só o fiz, não para provocar qualquer conflito pessoal com Sua Excelência mas porque de todos, todos os emails que enviei no primeiro mandato, recebi, sempre, uma resposta tipificada, mas recebia. No segundo mandato o Sr. PR teve outras preocupações. Mas tentei, porque nunca desisto. Achei que podia até, com um simples contacto, ajudar o senhor anónimo, que precisava de medicamentos e não tem meios de subsistência para ter uma vida melhor, digna, tal e qual milhões de reformados.

Um breve contacto pessoal do PR, com o atual secretario de Estado…seria excelente. No segundo mandato o senhor PR ficou mudo e surdo aos portugueses que não dizem com ele.

Concordo com a proposta de um mandato único de 6 anos, sem mordomias de viatura, motorista, escritório e ordenado principesco com ajudas de custo. As próximas analises a “pategadas” da nossa terra são ao Almirante “destravado” e ao ressabiado do seu mandatário a destilar ódio para todo o lado.

Não percebeu que morreu e já se enterrou e o seu tempo passou, sem poder fazer mal a sua família política como a tantos fez. Um malfeitor político que viveu e a sua “troupe” ainda vive a custa do Estado.

Vou ainda centrar-me na megafonia-ultra de alguns candidatos à minha cidade. Não consigo perceber projetos políticos de alguns e quem os financia.