Rita Rocha lança “8”, a primeira parte do álbum “8 ou 80”

Rita Rocha lançou esta segunda-feira “8”, a primeira parte do álbum conceptual “8 ou 80”, já disponível em todas as plataformas digitais. O novo projeto revela o lado mais introspectivo, emocional e silencioso da adolescência, num conjunto de temas pop destinados a uma geração marcada por extremos emocionais.
Em destaque neste lançamento está a canção “engana-me que eu gosto”, com pikika, que aborda a dependência emocional e os ciclos de desilusão amorosa. A música junta duas das mais promissoras figuras femininas da pop nacional, num tema de melodias envolventes.
“8” inclui ainda colaborações com Pedro Abrunhosa (em “manual de instruções”), Carolina Deslandes (em “supermercado”) e Guga (em “sem hora marcada”). A produção executiva do disco é assinada por Diogo Seis, com contributos de Feodor Bivol e João André.
O segundo capítulo do álbum, “80”, está previsto para novembro e apresentará um registo mais impulsivo e irreverente, em contraste com a subtileza de “8”. Juntas, as duas partes pretendem formar uma obra coesa e geracional, onde Rita Rocha revela a sua identidade artística.
Conhecida desde 2021, quando participou no The Voice Kids, Rita Rocha destacou-se com temas como “Mais ou Menos Isto” (dupla platina), “Outros Planos” (ouro) e “A Miúda do 319”. Estreou-se ao vivo em nome próprio com concertos esgotados no Teatro Sá da Bandeira e no Capitólio, em Lisboa.
“Ser adolescente nem sempre é tão fácil como parece. Tens de tirar boas notas para entrares naquilo que queres mas também tens de arranjar tempo para os teus amigos, idealizas 1001 cenários que sabes que só vão acontecer na tua cabeça mas que não consegues parar de os inventar, tens de te apaixonar mas isso nunca é suficiente, tens de conhecer pessoas novas mas ser seletivo com quem pode entrar na tua vida, tens de fingir ser o 40 num mundo onde só se conhece o 8 ou 80, o cinzento onde só existe o branco e preto, o equilíbrio numa idade em que tudo o que está a acontecer à nossa volta é desequilibrado. Eu nunca fui boa a fingir. Apresento-vos os últimos 12 meses da minha vida onde não fui a filha perfeita, fiquei ansiosa, conheci pessoas mal intencionadas, pedi desejos em todas as capicuas e pus pontos finais em histórias que tinham demasiadas vírgulas. Eu sou o 8 a 80! Nós somos o 8 a 80! Não só o 8 nem só o 80, mas todos os números entre eles”, partilha Rita Rocha.
OC/RPC