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Quinta-feira, Maio 23, 2024

Pedro Janela explora fronteiras da música clássica e eletrónica

Exposto desde cedo ao meio musical e a sons diversos, apaixonou-se pela música eletrónica. Pedro Janela é de Tentúgal, Coimbra, e assume-se como músico inovador. Os seus principais trabalhos têm sido bandas sonoras para filmes e séries de televisão. E é este o caminho que quer seguir a par com a exibição, ao vivo, dos seus novos trabalhos.

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Joaquim Marques
Joaquim Marques
Técnico de Turismo

Cresceu num ambiente familiar onde os instrumentos musicais e a música eram uma presença constante. Foram notórias as influências do seu pai, Gilberto Abreu, que o introduziu ao “mundo dos instrumentos musicais” e do seu avô, Horácio Abreu, que “era um exímio construtor de Harmoniuns e dono da única fábrica desses instrumentos em Portugal”. A este propósito, refira-se que, aos sintetizadores e pianos acústicos que usa, junta um harmonium construído pelo seu avô.

Nesse contexto, foi “exposto a uma variedade de sons e estilos musicais”, que alimentaram o seu “interesse e paixão pela música, impulsionando-o a “explorar novos horizontes sonoros e criativos”. Desde a infância, demonstrou um forte apelo pela música eletrónica, mesmo com uma formação clássica em piano e composição.

A sua sonoridade inovadora catapultou-o para diversos projetos cinematográficos e televisivos, enriquecendo a sonoridade do piano ao incorporar elementos eletrónicos por meio de sintetizadores – a sua paixão.

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Direitos reservados.

Compôs diversas bandas sonoras de filmes, como: “O Amor é Lindo… Porque Sim!”, “Al Berto”, “Soldado Milhões” e “Jacinta”; é ainda autor da banda sonora da série de TV “Solteira e Boa Rapariga“.

Com o seu projeto It’s All in Your Head | Sessions, visa proporcionar uma “experiência audiovisual imersiva aos espetadores”, com ângulos diversos do artista e da sua envolvência com os pianos e sintetizadores.

Define a sua música como um estilo “Neoclássico, Eletrónico / Experimental“. Entende que “este rótulo capta a fusão distintiva de elementos da música clássica com sonoridades eletrónicas que caracterizam sua abordagem musical única”.

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Divulga o seu (extenso) trabalho, “aproveitando as plataformas digitais”, nas Redes Sociais, no seu website    (https://www.pedrojanela.pt/) e “participando em eventos musicais um pouco por todo o mundo”.

Em jeito de provocação, pedimos-lhe que nos indicasse uma música que o definisse musicalmente: “Música Serena” de Pēteris Vasks – referiu.

Sobre planos para o futuro, “terminar as duas bandas sonoras” que tem “em mãos” e “dar continuidade ao projeto a solo, apresentando-o ao vivo e gravando novos temas”.

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