O “Trumpoleiro” Trump

Donald Trump foi eleito presidente dos EUA.
Sim, foi eleito, não se conhecem os contornos todos, mas dá para perceber que foi à custa de uma campanha “com dinheiros a rodos”…
A campanha digital, os algoritmos, permitiram que chegasse ao poder.
Fizeram a cabeça do povo, induzindo-o a votar nele. Ele faz por não conhecer, ignorar, marginalizar, ostracizar, quem lhe possa fazer frente, sejam artistas, jornalistas ou até países.
O homem quer levar tudo à frente, quem não estiver do lado dele, não serve.
Ele quer territórios, ilhas, matérias críticas, terras raras, petróleo muito…
Quer ser senhor do mundo. Não é, nem vai ser.
Agora, até o Papa Leão XIV “está na berlinda”.
Sua santidade “não tem medo dele”, condena as guerras e diligencia pela paz.
Trump tem de estar doente.
Aquela foto, que colocou na sua rede social X a comparar-se a “Jesus Cristo”, diz tudo.
Trump não é credível, hoje diz uma coisa, amanhã outra, pula, saltita tudo, sem consistência, é um “trumpoleiro”.
Recordemos, entre outros aspetos, as guerras das “taxas”…
Inimaginável ir “buscar” o Presidente de um país ao seu país.
ONU, onde andas tu? Para que serves?
Falar em estado de direito, direito internacional, “isso é música para os seus ouvidos”.
Negociações de paz, quais negociações, se não for o que ele quer, nada serve.
Que mecanismos tem a América para controlar, vigiar, democraticamente, os poderes presidenciais?
Como é possível, um país com o arsenal que tem e detentor de bombas nucleares, ter um homem assim na presidência?
Se der ordem para acionar a “bomba nuclear”, os controles prévios de segurança funcionarão?
Devia ser submetido a avaliação psicológica, com a maior brevidade possível, a bem da Humanidade.