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Segunda-feira, Abril 15, 2024

Guerra no Médio Oriente: MAI reforça locais e instituições em “risco mais elevado”

Apesar de não especificar os espaços que foram reforçados em Portugal, nem com que meios, o governante afirmou que a avaliação dos níveis de risco a pessoas, instituições ou infraestruturas críticas é objeto de uma avaliação “diária, regular e muito ponderada e equilibrada” quer dos serviços de informações nacionais que se articulam, por sua vez, com os serviços de informações internacionais, explicou.

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O ministro da Administração Interna (MAI) disse ao final desta manhã que foram reforçados locais, instituições e pessoas “sujeitas a um nível de risco mais elevado” na sequência do conflito entre o Hamas e Israel.

“Foram tomadas já medidas, nomeadamente reforço de locais, de instituições e de pessoas que se encontravam sujeitas a um nível de risco mais elevado”, afirmou José Luís Carneiro aos jornalistas, no final da tomada de posse do comandante do Comando Metropolitano do Porto da PSP.

Apesar de não especificar os espaços que foram reforçados em Portugal, nem com que meios, o governante afirmou que a avaliação dos níveis de risco a pessoas, instituições ou infraestruturas críticas é objeto de uma avaliação “diária, regular e muito ponderada e equilibrada” quer dos serviços de informações nacionais que se articulam, por sua vez, com os serviços de informações internacionais, explicou.

“São níveis de informação próprios do Sistema de Segurança Interna que não podem, naturalmente, ser revelados publicamente”, sublinhou.

O grupo islamita Hamas lançou em 07 de outubro um ataque surpresa contra Israel com o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar.

Em resposta, Israel bombardeou a partir do ar várias infraestruturas do Hamas na Faixa de Gaza e impôs um cerco total ao território com corte de abastecimento de água, combustível e eletricidade.

Os ataques já provocaram milhares de mortos e feridos nos dois territórios.

Depois destes ataques, um professor foi esfaqueado, na passada sexta-feira, em frente a uma escola secundária no norte de França, num ataque no qual três outras pessoas ficaram feridas. O autor do ataque – que tem 20 anos, nacionalidade checheno-russa e é acusado de radicalização islâmica – reivindicou o ato em nome da organização Estado Islâmico.

Na segunda-feira, em Bruxelas, duas pessoas morreram baleadas e uma outra ficou ferida, tendo o suspeito sido morto pela polícia.

Na sequência deste ataque, o nível de alerta em Bruxelas foi elevado para o grau máximo.

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