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Quinta-feira, Maio 23, 2024

Confusões, não!

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Há duas características no nosso projeto, que pagamos muito caro, mas das quais nos orgulhamos: Independência – face a todos os poderes e organizações – e liberdade editorial. Estão na base de O Cidadão. Caso contrário, não valia a pena existirmos. Com respeito, rigor, clareza, democraticidade, temos uma porta aberta a todas as opiniões.

Alertaram-nos para alguma confusão entre o jornal “O Cidadão” e um partido político – não sei se ainda existe, mas existiu – chamado “Nós, Cidadãos”. Não temos rigorosamente nada a ver com essa organização política ou qualquer outra. A palavra “cidadão” que ambos usamos, não passa de coincidência.

E certamente que o significado de “Cidadão”, para nós, entre jornalistas e voluntários, tem um sentido bem diferente do que na retórica manipuladora, às vezes oportunista, dos partidos. O uso de “Cidadão”, para esses, visa chegar ao poder. Para nós, permitir aos mesmos cidadãos, a utilização de um meio, onde publiquem notícias, promovam iniciativas e opinem. Com pluralismo, democraticidade e total independência. E essas mesmas “máquinas partidárias” têm no jornal um espaço específico. Todos os partidos – todos! – podem escrever em “O Cidadão”.

Pelo que, caros leitores e colaboradores, somos, realmente, um projeto livre, independente e pluralista. Voluntário. À disposição de todos. Que necessita de todos. Mas nunca refém de alguém.

No dia em que fossemos “caixa de ressonância” ou instrumento partidário, ainda que camuflado, os que puseram de pé o projeto, certamente o encerrariam de imediato.

Custa-nos muito a liberdade. Mas não sabemos viver sem ela.
Nada de confusões, por favor!

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